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terça-feira, 27 de outubro de 2015

Visite os seus avós. Passar tempo com pessoas da terceira idade pode ajudar a prevenir a depressão

De acordo com um estudo realizado nos Estados Unidos, reunir-se com frequência com filhos, netos e amigos, pode ajudar a prevenir a depressão em idosos, de maneira muito mais eficaz do que simplesmente falando com eles ao telefone, ou mantendo contato por escrito.
“A principal conclusão do estudo foi que encontrar-se face a face com os amigos e a família, atua como uma forte medicina preventiva; e quanto maior for a frequência desses encontros, menor será o risco de desenvolver depressão,” disse o Dr. Alan Teo, o psiquiatra da Oregon Health & Science University em Portland, que liderou a pesquisa.
O contato por telefone é eficaz contra a depressão em apenas uma circunstância — quando o indivíduo já foi diagnosticado com ela, salientam Teo e sua equipe, em um artigo publicado no Journal of the American Geriatrics Society.
Teo também disse ao Reuters Health que e-mails e outros contatos por escrito não demonstraram benefícios conclusivos.
Uma pesquisa realizada em 2006, pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, revelou que cerca de 8 por cento dos adultos, com 50 anos ou mais, estavam deprimidos, e 16 por cento dos entrevistados já havia passado por algum episódio de depressão em sua vida.
Os autores de pesquisas anteriores afirmam que a falta de contato social com a família e os amigos, pode fazer com que as pessoas idosas se sintam isoladas, solitárias e fiquem mais propensas à depressão. Mas boa parte dessa investigação incluiu diferentes modos de contato.
Teo disse que seu próprio contato face a face com o pai, que tem 70 anos, em vez de sua habitual troca de mensagens de texto e interações pelo Facebook, estimulou o seu interesse pelo estudo.
“Eu pensei nas vezes em que nos reunimos pessoalmente e percebi o quanto isso é benéfico,” disse Teo, que também é pesquisador e médico do Veterans Administration Portland Health Care System.
Entre os anos de 2004 e 2010, os 11.065 adultos que participaram do estudo — todos com idades entre 50 e 70 anos — foram avaliados duas vezes. Os pesquisadores perguntaram sobre os seus contatos sociais, conflitos interpessoais, sua capacidade de concluir suas atividades diárias e sintomas depressivos, tais como a perda de apetite, capacidade de não ceder à tristeza e problemas de concentração.
Quando foi feita a primeira enquete, e uma segunda, dois anos depois, cerca de 13 por cento dos participantes afirmaram que tiveram sintomas depressivos significativos.
Após analisar cada caso, baseando-se em aspectos como: idade; situação financeira; capacidade de completar tarefas cotidianas; tamanho de sua residência; apoio social e conflitos interpessoais, aqueles que se encontravam com os filhos, familiares ou com amigos, pelo menos uma vez a cada poucos meses, tinham 11 por cento de chances de desenvolver sintomas depressivos dois anos mais tarde, comparados com o risco de 8 por cento apresentado entre aqueles que estabeleciam contatos com familiares e amigos, uma ou duas vezes por mês. Aqueles que tinham contato três ou mais vezes por semana, tinham apenas 6 por cento de risco.
As pessoas que se reuniam com os amigos, uma ou duas vezes por semana, também tinham uma probabilidade muito menor de desenvolver depressão, do que aquelas que tinham contato poucas vezes por mês.
Para as pessoas com idade igual ou superior a 70 anos, o contato com as crianças provou ser muito mais eficaz contra a depressão. Ao passo que as pessoas com idades entre 50 e 69 anos se beneficiaram mais em ver os amigos.
Mas quando surgiam conflitos durante o contato e relacionamento interpessoal com os filhos, o risco da aparição de sintomas depressivos também aumentava.
“Os detalhes do isolamento opressor não têm sido explorados nesse sentido,” disse o Dr. Robert Abrams, psiquiatra do Weill Cornell Medicine e do New York-Presbyterian Hospital. “Todos nós sabemos que o isolamento não é bom, mas (saber) exatamente que tipo de contato, com quem, e qual é o modo mais útil, seria de grande ajuda; pelo menos no tocante à prestação de serviços de saúde pública,” disse Abrams, que não esteve envolvido no estudo.
O Dr. Robert Shulman, copresidente da ala de psiquiatria do Rush University Medical Center, de Chicago, disse que os resultados demonstraram a importância da interação humana com a família ou amigos, e que o “telefone e outros meios, simplesmente não deveriam substituí-la.”
Shulman, que também não participou do estudo, geralmente pergunta aos pacientes mais velhos com que frequência eles veem seus filhos, ou se eles apenas conversam ao telefone.
“Às vezes, você pode até ver a tristeza refletida em seus rostos quando eles se sentem esquecidos pela família,” disse Shulman. “Devemos sempre estimular as famílias a visitar os pacientes e incentivar esse tipo de relacionamentos.”
Reunir-se com colegas de profissão (como amigos solidários) também pode ajudar prevenir a depressão em adultos mais idosos, afirmou Teo. “Eu creio que vale a pena que os mais jovens acatem a sugestão de fazer um esforço real para passar mais tempo com os idosos,” acrescentou ele.
Não há dúvida de que ambas as partes se beneficiarão com esse contato.

5 dicas para reduzir o stress durante o dia

Nem sempre é possível largar a rotina estressante para tomar um banho de espuma e meditar no parque. Por isso, quando se sentir estressada no meio de um dia de trabalho ou de uma situação de que não pode escapar, siga estas dicas para relaxar instantaneamente:
Mexa-se
Dê um passeio, faça uma caminhada, mesmo que seja dentro do escritório. Mexer o corpo ajuda a dispersar as tensões e liberar a adrenalina e as endorfinas que te deixam nervosa.
Organize-se
A bagunça pode estar causando ainda mais stress na sua vida. É provado cientificamente que arrumar as coisas ajuda a controlar a ansiedade. Então tá esperando o que para organizar essa bagunça ai na sua mesa?
Faça uma automassagem
Pressione, com as pontas dos dedos, o espaço que há entre cada dedo - tanto das mãos quanto dos pés. Esta é uma técnica de digitopuntura que melhora a circulação e ajuda a relaxar os músculos.
Estimule o humor
Rir é realmente um grande remédio. Alguns minutos de risadas fazem toda a diferença e aliviam muito a tensão. Não deixe de lembrar de ou recorrer a algo que te faça rir durante o dia.
Se presenteie
Se está passando por um período de muita ansiedade, se dê um benefício a cada dia. Não precisa ser necessariamente comida - pode ser um presentinho, um tempo só seu, uma hora marcada no salão… enfim, o qiue te dá prazer! O importante é ter um tempo do dia para relaxar e não ficar tão focada nos problemas.

Julia Konrad fala do assédio das fãs de Lucas Lucco: 'Passaram a me seguir'

Julia Konrad (Foto: Marcos Serra Lima / EGO)
A recifense Julia Konrad, no ar como a vilã Ciça de “Malhação”, vem mostrando na novela teen que a maldade pode se esconder em um rosto doce e angelical. Aos 25 anos, ela comemora seu primeiro papel de destaque na TV e confirma que a vida de artista não é fácil. Formada em Teatro pela escola AMDA (The American Musical and Dramatic Academy), em Nova York, ela se mudou para o Rio de Janeiro antes mesmo de ser escalada para o folhetim de Emanuel Jacobina. “Só tinha a certeza de que tudo teria de dar certo. Fiz o teste para o último personagem da temporada e acabei passando. Tudo aconteceu nos 45 minutos do segundo tempo”, lembra ela, ressaltando que não imaginava que o papel seria de uma menina má e ambiciosa.
Contracenando com um dos sertanejos mais idolatrados do país, Julia afirma que, após as cenas de beijos com Lucas Lucco, o assédio aumentou. “As fãs dele começaram a me seguir nas redes sociais por conta dele. Elas querem saber tudo sobre o Lucas. É engraçado, porque algumas não gostam de mim por conta da minha personagem judiar muito dele; outras entendem”, compara ela, garantindo que não se preocupa com sentimentos intensos das seguidoras do mineiro. “Na internet, as pessoas falam o que querem e isso não me preocupa. Não levo a ferro e fogo o que elas falam. Pelo contrário, acabo curtindo e respondendo às vezes”, brinca ela.
EGO

'Vai acontecer naturalmente', diz mãe de Stefhany Absoluta sobre 1ª noite

Roberto Cardoso e Stefhany Absoluta posam após casório (Foto: Divulgação/Sergio Alves Portal V1)
Nety França, mãe de Stefhany Absoluta, conversou com o EGO nesta terça-feira, 27, e falou da alegria em ver a filha casada. "Para mim foi muito emocionate e gratificante porque foi um casamento por Deus. Deus mostrou para ela e para ele, e eles obedeceram a  voz de Deus. Porque hoje em dia as pessoas não querem mais se casar, querem se juntar. Mas Deus deu a ela um esposo que obedece a voz de Deus", disse Nety, que ainda mal pode acreditar que a filha famosa, de 25 anos, casou para valer.
TUDO SOBRE O CASAMENTO


"Sinceramente achei que ela não fosse aceitar (o pedido de casamento). Me surpreendi. Porque ela nunca quis casar, dizia que só casaria mais velha, com uns 30 anos. Mas quando Deus fala tem que obedecer, e ela foi tocada por Deus. Deus falou com ela através de pessoas que a gente não conhecia, sonhos e a palavra", contou.
Nety contou que não se preocupa por Stefhany e o marido, Roberto Cardoso, não se conhecerem muito bem, porque também se casou sem ter tido muito tempo de contato. "Quando me casei conheci meu esposo apenas 15 dias antes, não namoramos, só casamos. E a Stefhany também falava isso, que só queria casar e não namorar. O tempo de namoro não faz a pessoa conhecer o outro. Às vezes você namora dez anos e quando casa logo separa. Ninguém conhece ninguém. Só as pessoas que
 servem o mesmo Deus. Então não tem porque temer. Tem que confiar na escolha Dele", comentou.
EGO